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O ministro da Indústria recebe os Líderes Brasileiros
José Manuel Soria saluda a Regina Alvarez, una de las periodistas participantes en el Programa Líderes Brasileños, en presencia de Félix Costales, secretario general de la FCEB

O ministro da Indústria recebe os Líderes Brasileiros

18.11.2014

José Manuel Soria fez um balanço das reformas económicas abordadas pelo Governo espanhol, com especial ênfase na reforma laboral e na lei de unidade de mercado

De uma situação de “precipício” em 2011, passou-se para uma situação em que Espanha lidera a ainda frágil recuperação da zona Euro. O Governo mantém a sua previsão de crescimento de 2% para o ano 2015.

Atualmente, o trabalho do seu ministério centra-se em promover a reindustrialização da economia e, para isso, é necessário promover um ambiente de segurança jurídica e de segurança energética num quadro sustentável. Daí a importância que o Governo atribuiu à nova Lei de Hidrocarbonetos, que regula o fracking. A grande dependência energética espanhola dos hidrocarbonetos (99,8% do consumo é importado) custa ao país mais de 100 milhões de euros por dia.

O ministro pronunciou-se a favor de uma maior consolidação no mercado europeu de telecomunicações, algo que é necessário para poder competir num quadro global e para enfrentar a revolução digital que se avizinha. Na Europa, há mais de 100 empresas de telecomunicações, enquanto que nos EUA há três grandes operadores e na China dois.

Fez também uma referencia ao turismo, adiantando que o mês de outubro vai voltar a alcançar números recorde. Adiantou que não afasta a possibilidade de que no fim do ano se ultrapasse o número de 63 milhões de turistas.

Questionado sobre se a questão catalã representava um risco para o investimento em Espanha, o ministro respondeu que não. Pelo contrário, estava ao corrente de importantes projetos de investimento na Catalunha por parte de investidores estrangeiros, algo em que seria difícil pensar com um horizonte de secessão a curto prazo.

Sobre o Podemos, o ministro comentou que – na sua opinião – este movimento se alimenta essencialmente das feridas provocadas pela crise e pelos escândalos de corrupção. O Governo está consciente de que as medidas de reforma estrutural que tomou foram impopulares e que, embora fossem imprescindíveis, envolvem um custo político. Confia que o eleitorado saberá avaliar isto quando chegar o dia de votar.

Finalmente, o ministro mostrou-se muito otimista face ao futuro das relações bilaterais entre Espanha e o Brasil, país considerado pelo Governo como um parceiro estratégico fundamental.

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